sexta-feira, 11 de abril de 2014

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA SANTA 2014



 13 de abril (domingo) às 16:30h – PROCISSÃO DE RAMOS. Saída do Bairro São José em direção a Igreja Matriz, onde haverá Missa Campal.

14 de abril (segunda-feira) às 18:30h – PROCISSÃO DO ENCONTRO. (Saída da imagem de Nossa Senhora das Dores da Casa Franciscana, responsáveis pela procissão das mulheres: OFS e Mãe Rainha. Saída da imagem do Senhor dos Passos da Capela do Cristo Rei, responsáveis pela procissão: Terço dos Homens). Logo após CELEBRAÇÃO PENITENCIAL—Igreja Matriz.

15 de abril (terça-feira) às 09:00h – MISSA DOS ENFERMOS na Igreja Matriz.  Às 15:00h – Terço da Misericórdia e Adoração ao Santíssimo Sacramento, responsáveis: Apostolado da Oração. Logo após, 7ª CAMINHADA PENITENCIAL saindo da Igreja Matriz para Serra da Raiz. Responsáveis pela espiritualidade no percurso: CDMD.

16 de abril (quarta-feira) 19:00h – GRANDE VIA SACRA DA FAMÍLIA – Saída da Capela de Santo Antônio para a matriz. Resp.: Setor família

CELEBRAÇÕES DO TRÍDUO PASCAL:

17 de abril (quinta-feira), 08:00h – Missa dos Santos Óleos – Guarabira
17:00H – MISSA DA CEIA DO SENHOR – Igreja Matriz. Após a missa
ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO até a meia noite.

00:00h- PROCISSÃO DO SILÊNCIO com o Santíssimo Sacramento para a Capela Santa Clara (Casa da Comunidade Doce Mãe de Deus), na Rua São Bernardo, seguindo para o Bairro Cristo Rei. Em seguida: Via Sacra

18 de abril (Sexta-feira) 12:00h – OFÍCIO DA AGONIA – Igreja Matriz.
15:00h – CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR – Igreja Matriz e PROCISSÃO DO SENHOR MORTO.

19 de abril (sábado santo) 21:00h – VIGÍLIA PASCAL – Igreja Matriz.

20 de abril (Domingo  de Páscoa) 10:00h SANTA MISSA –Igreja Matriz
17:00h SANTA MISSA- Igreja Matriz 


quarta-feira, 9 de abril de 2014

Confessar-se: como? por quê?



Por que devo me confessar? 


O pecado é uma palavra, um ato ou um desejo contrário à lei eterna; “é uma falha contra a razão, a verdade, a consciência reta; é uma falta ao amor verdadeiro para com Deus e para com o próximo, por causa de um apego perverso a certos bens. Fere a natureza do homem e ofende a solidariedade humana.” (cf. CIC 1849). Por esse motivo, a conversão traz, ao mesmo tempo, o perdão de Deus e a reconciliação com a Igreja, e é isso que o Sacramento da Penitência e da Reconciliação exprime e realiza liturgicamente.



terça-feira, 8 de abril de 2014

A Primeira Missa e o catolicismo no Brasil

primeira Missa no Brasil foi celebrada por Dom Frei Henrique de Coimbra no dia 26 de abril de 1500, um domingo, na praia da Coroa Vermelha, em Porto Seguro, no litoral sul da Bahia, quatro dias depois da chegada dos portugueses as terras, então chamadas de Índia. 
Era um período de páscoa e a fé católica muito efervescente em Portugal e em toda a Europa condicionava as viagens marítimas sempre a presença de um sacerdote. Frei Henrique acompanhava a esquadra de Pedro Álvares Cabral que a bordo buscava as riquezas da Índia, mas acabou extraindo as riquezas brasileiras.
Contudo, um legado nos foi deixado pela influência que a Europa manteve sobre essa região da América: O cristianismo surgiu nestas terras e foi esculturado aos povos nativos em forma de catequese para torná-los, assim pacíficos s propostas dos portugueses.
Para celebrar a missa, dois carpinteiros fizeram uma cruz e a colocaram na areia. Cerca de mil homens, entre oficiais e marinheiros e aproximadamente duzentos índios acompanhavam atentamente ao que acontecia, com muito respeito e adoração. Os índios seguiam os mesmos gestos dos portugueses, se eles levantavam, eles também levantavam, se eles ajoelhavam, eles também ajoelhavam. Aos índios foi explicado o significado da cruz e os gestos utilizados durante a cerimônia. O comportamento dos nativos demonstrou aos portugueses a facilidade que eles teriam para serem catequizados, já que era este o objetivo dos portugueses.
            No dia 1º de maio foi celebrada a segunda missa, na foz do Rio Mutarí. A partir de então, os índios foram catequizados na fé católica e com isso surgia o Brasil, sendo hoje o país mais católico do mundo.
A celebração da Primeira Missa no Brasil é um marco histórico do catolicismo e do cristianismo a que seguimos com veneração. São exatos 514 anos de história e fé vividas pelo povo brasileiro.
http:// www.wikipedia.org
http:// www.educaterra.terra.com.br
por Aldaberon V. do Nascimento
PASCOM



segunda-feira, 7 de abril de 2014

2014 - O ano da família


Que o ano da família sirva de inspiração para que as famílias possam unirem-se no amor de Deus, para juntos dialogarem e rezarem (pai ,mãe e filhos) e   que esse amor se renove a cada ano, refletindo sobre o verdadeiro sentido de ser família.  É muito importante a participação da família na missa dominical, pois a família que reza unida permanece unida.
A família precisa construir sua base na fé, na oração e na perseverança, pois diante de tantas dificuldades e tentações do dia-a-dia, só com muita oração e fé poderemos superar os desafios. Diante disso é desafiador viver a harmonia familiar, “devemos tratar a nossa família com a mesma cordialidade que tratamos os nossos amigos, pelo fato de pertencemos a mesma família, não significa que não possamos ser amigos também”, devemos refletir um pouco sobre isso, o respeito mútuo na família é de fundamental importância para uma convivência boa e saudável, se as famílias de hoje tivessem a consciência que Deus deve está em primeiro lugar em nossa vida e exercitassem mais os valores morais e o diálogo com os filhos, não deixassem a cargo só na escola, teríamos menos problemas nas famílias, ou seja, as famílias seriam mais estruturadas e acima de tudo mais temente a Deus. Na verdade para sermos uma família abençoada precisamos nos espelhar na Sagrada Família de Nazaré, exemplo de santidade, amor e fé.
Finalmente podemos afirmar que a família é a imagem e semelhança de Deus, diante disso a família precisa evoluir espiritualmente e aprender a amar mais, construir sua base no amor de Deus, pois sem esse amor não há alegria, união, tolerância e perdão, todas essas atitudes deveriam ser mais vivenciadas nas famílias, para que tivéssemos mais exemplos de famílias cristãs, até porque hoje as pessoas se espelham nas atitudes, o aprendizado é voltado para o exemplo, por isso que a nossa fala deve ser a nossa prática. Deixemos algumas perguntas: Qual é o foco das famílias hoje em dia? Elas buscam o que? E você, qual é o foco da sua família?     
“ O futuro da humanidade passa pela família”
João Paulo II          



Ronaldo dos Santos

Cláudia Costa
Casal Setorial - ECC

domingo, 30 de março de 2014

Seminário sobre a Pastoral Familiar no Ano da Família


No dia 21 de março de 2014, em Santa Fé, Solânea-PB, das 7h30 às 16h, a Diocese de Guarabira realizou um SEMINÁRIO SOBRE A PASTORAL FAMILIAR, que teve a assessoria do Pe. Rafael Fornasier, da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB nacional. O Seminário foi uma das atividades do II Plano Pastoral da Diocese de Guarabira (2012-2015), neste ANO DA FAMÍLIA. O assessor abordou a Pastoral Familiar como uma pastoral orgânica, ampla e abrangente. Em seguida, apresentou toda sua organização no Brasil, sua finalidade, métodos de trabalho, Guia da Pastoral, como organizá-la na paróquia, a Equipe Paroquial, os Setores e temas diversos. Participaram mais de 150 pessoas: Dom Lucena – Bispo Diocesano, Padres, Diáconos, Religiosos(as), seminaristas, aspirantes ao diaconado permanente e casais das 31 Paróquias e Áreas Pastorais. “A família hoje é desprezada, é maltratada, e o que nos é pedido é reconhecer como é belo, verdadeiro e bom formar uma família, ser família hoje; quanto é indispensável para a vida do mundo, para o futuro da humanidade. É pedido a nós colocar em evidência o luminoso plano de Deus sobre família e ajudar os esposos a vivê-lo com alegria em sua existência, acompanhando-os em tantas dificuldades, com uma pastoral inteligente, corajosa e cheia de amor”, disse o Papa Francisco.


sexta-feira, 7 de março de 2014

PORQUE O SER HUMANO NÃO É MERCADORIA!


A Campanha da Fraternidade todos os anos traz um tema importante para a discussão na/para a sociedade. Neste ano a CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil propôs o tema sobre o Tráfico de pessoas: “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1). “A Campanha da Fraternidade é realizada anualmente pela Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil, sempre no período da Quaresma. A cada ano é escolhido um tema, que define a realidade concreta a ser transformada, e um lema, que explicita em que direção se busca a transformação.”
No mundo inteiro é considerável o número de pessoas em situação de pobreza e vulnerabilidade que se deixam iludir pelas promessas de mudança de vida e de ganhar muito dinheiro que acabam se tornando presas fáceis das redes criminosas e organizações nacionais e internacionais que traficam pessoas.
Para Thiesco Crisóstomo, o tráfico de pessoas é: “utilizar as pessoas como mercadoria, tanto as que se colocam para si mesmas como mercadoria, porque não tem oportunidade a outro tipo de emprego, quanto as que foram tomadas de forma violenta, como na maioria dos casos”. Já para a Ir. Eurides Alves (ICM) da Rede Um Grito Pela Vida, “... é a demonstração da irracionalidade do sistema capitalista. (...) é um mecanismo de comércio e crime que acontece longe e perto de nós”.
O tráfico humano é considerado, hoje a terceira fonte mais lucrativa do mundo junto com as drogas e as armas, movimentando cerca de 32 bilhões de dólares por ano, segundo a UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime). Por isso, um grande interesse por trás de tal atividade. Porém, o que não pode acontecer é permitir que pessoas sejam tratadas como mercadoria, pois “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1). Uma liberdade que ‘traz à luz o sentido da grandeza, da beleza, da dignidade da pessoa humana.’ A mesma que ‘entrever a dignidade única e transparente da pessoa humana.’
São diversas formas de tráfico que envolve as pessoas: a exploração sexual, remoção de órgãos, adoção ilegal, pornografia infantil, às formas ilegais de imigração com vistas à exploração do trabalho em condições análogas à escravidão, ao contrabando de mercadorias. As principais vítimas são as mulheres e as crianças. A primeira vista o problema parece está bem distante da nossa realidade por ser pouco visível. Mas ele está bem próximo de nós, por isso é importante buscarmos sempre muita informação e divulgar para que outras pessoas tenham conhecimento, pois como diz o Hino da Campanha:

“Deus não quer ver seus filhos sendo escravizados,(...)
Pra liberdade é que Jesus nos libertou! (Gl 5,1)
Que abracemos a certeza da esperança, (Cf. Hb 6,11)
Que já nos lança, nessa marcha em comunhão.
Pra novo céu e nova terra da aliança, (Cf. Ap 21,1)
De liberdade e vida plena para o irmão... (Cf. Jo 10,10)



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Jornal Mundo Jovem
Aldaberon Vieira
PASCOM -LD