domingo, 12 de junho de 2016

Sagrado Coração Imaculado


Nos dias três e quatro
Do mês em questão
Celebra na Santa Igreja
O devoto Coração
De Jesus, o Filho
Que leva à alegria
À mãe que deu à luz
És, tu oh! Virgem Maria.

Coração Sagrado de Jesus
Imaculado Coração de Maria
A misericórdia ao Próximo não falte
Pois, ele sempre fez jus
As preces de sua Mãe
Para nós, de Deus foi ungida
Por todo o sempre
A Virgem Maria.

Salve, oh Mãe 
De ti o Fruto bendito
No Sagrado Coração
Dos santos o Pai escolhido
Para todos o irmão
A quem os tem protegido
Coração de Jesus, coração de Maria
Imaculados e Santos, celebremo-os nestes dias.
Aldaberon V. do Nascimento





A cultura popular e os santos juninos


O mês de junho é conhecido na cultura popular como um mês de festas, e representa muito para a fé do povo. São comemorados com maior ênfase quatro Santos conhecidos dos fiéis católicos e das manifestações populares nos mais diversos lugares do Brasil, sobretudo na Região Nordeste. São eles: Santo Antônio, São João, São Pedro e São Paulo.
O dia 13 marca o falecimento de Santo Antônio, o primeiro Santo deste mês, por isso é comemorado nesta data com a realização das trezenas, fogos de artifícios e fogueiras. Santo Antônio é muito conhecido na crendice popular como o Santo casamenteiro.
São João Batista, o primo de Jesus, tem seu norte no dia 24, comemoração de sua natalidade. É um grande Santo da Igreja e aqui no Nordeste tem seu nome dedicado a diversos festejos populares não só nas grandes cidades, mas principalmente nos pequenos lugarejos. Fogos, bandeirolas, fogueiras, comidas de milho e muito forró marca a data, além é claro, das rezas e momentos de celebrações tradicionais nas casas, capelas e igrejas.
A data seguinte, 29 de junho congrega dois grandes nomes da madre Igreja, São Pedro e São Paulo. Apóstolos de Cristo, fidedignos, Pedro e Paulo marcam um exemplo de fidelidade a Jesus Cristo e de testemunho do projeto libertador de Deus.
A comunidade nordestina celebra com muito ardor esses santos no seu imaginário popular. É um momento de alegria, brilho, festa, sincretismo e fé.
No Brasil, é muito comum o acendimento de fogueiras durante as comemorações das festas juninas, sobretudo na noite de São João. Segundo o evangelho a fogueira tem sua origem em um trato feito pelas primas Isabel e Maria. Isabel teria mandado acender uma fogueira no topo de um monte para avisar sua prima Maria que seu filho havia nascido.
Assim, até hoje os cristãos católicos acendem fogueiras para celebrar os Dias dos Santos Juninos. As três datas são celebradas com muito brilho e a fogueira abrilhanta ainda mais os festejos e as celebrações católicas. 

Aldaberon V. do Nascimento
PASCOM


segunda-feira, 6 de junho de 2016

Eis, ó meu povo, o tempo favorável...


Os festejos juninos e a “Casa Comum, nossa responsabilidade”! O mês de junho chegou e como diz a letra do Hino da CF 2016, “Eis, o tempo favorável. Durante todo o mês junino vê-se muitas luzes, brilho e cores enfeitando ruas, praças e diversos lugares onde se aglomeram pessoas.
Tradicional nos festejos juninos, parte do brilho das festas é marcado pelas tradicionais fogueiras e pelos fogos de artifícios que além de brilhar provocam fumaças e acidentes diversos. Em comunhão com a Campanha da CNBB é pertinente chamar a atenção para os crimes ambientais indicados por lei quando se refere a confecção de fogueiras e ao uso dos fogos de artifícios.
A legislação ambiental prevê penalidades para quem a desobedece ao cortar árvores de maneira ilegal e colocar em risco a vida de terceiros quando se solta fogos e balões próximos de aglomerações de pessoas pondo em risco a integridade pessoal e preservação ambiental.
Vários crimes ambientais são registrados durantes os festejos do mês de junho, como incêndios em florestas e/ou reservas provocados pelos balões juninos. Além da fumaça das fogueiras que causam irritação aos olhos e a garganta, provocando crises asmáticas e  falta de ar, por exemplo em algumas pessoas.
Outra estatística marca também este período. Inúmeros acidentes são causados por fogos de artifícios principalmente em crianças. Queimaduras, irritações e mutilações de membros do corpo são provocados por estes artifícios quando são manuseados de forma indevida ou por pessoas sem instruções.
As doenças provocadas pelas fumaças das fogueiras, seguidos do desmatamento indevido para o uso da lenha, os incêndios provocados por balões e os acidentes culminados pelo uso de fogos são preocupações que levam a refletir sobre como estamos cuidando da nossa Casa Comum: O Planeta Terra! Festejar os santos do mês de junho implica dobrar a atenção para o zelo com o meio ambiente, a saúde e com o próximo como rezam as Sagradas Escrituras. Então unidos à Campanha da Fraternidade em 2016 repensemos a nossa responsabilidade com a Mãe Terra, pois “Eis, ó meu povo o tempo favorável...”!




sábado, 14 de maio de 2016


A celebração de Pentecostes comemora, no catolicismo, a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus Cristo. A festa é celebrada 50 dias depois do domingo de Páscoa.
O dia de Pentecostes ocorre no sétimo dia depois do dia da Ascensão de Jesus, que ficou quarenta dias após a ressurreição dando os últimos ensinamentos a seus discípulos, somando aos três dias em que ficou na sepultura somam quarenta e três dias. Para os cinquenta dias que se completam da Páscoa até o último dia da grande festa de Pentecostes, sobram sete dias; e foram estes os dias em que os discípulos permaneceram no cenáculo até a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes.
O Domingo de Pentecostes é o último dia da Festa do Divino Espírito Santo, uma festa muito difundida no catolicismo popular brasileiro.
Neste ano da Misericórdia, a Festa de Pentecostes, na Igreja católica, será celebrada no dia 15 de maio. E a assembleia é levada a reviver o seu batismo no Espírito Santo, relembrando e acolhendo seus Sete Dons: Fortaleza, Temor a Deus, Ciência, sabedoria, Inteligência, Conselho e Piedade.
Jesus, segundo o evangelista João (20, 19-23) nos garante a presença do Espírito para que a comunidade viva a paz, a reconciliação e a misericórdia. Assim, que a diversidade de dons leve a comunidade a formar um só corpo e assuma o compromisso como o projeto de Jesus.



sexta-feira, 13 de maio de 2016

Paróquia de São Sebastião realiza Sessão Solene sobre a Campanha da Fraternidade 2016

                

      A Paróquia de São Sebastião realizou neste ultimo 03 de maio de 2016 na Câmara  Municipal  de Lagoa de Dentro, a sessão solene sobre a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016, que tem como tema Casa Comum, nossa responsabilidade  A sessão foi presidida pelo Padre José André (Presidente em exercício por algumas horas)  a qual contou com a presença de lideranças comunitárias autoridades civis e religiosas do nosso município.
             A palestra sobre o tema foi ministrada pelo membro da coordenação da Pascom Diocesana, o  jornalista Rafael Sam.
          Fazendo uso da palavra  Rafael  destacou a importância de cada cidadão cuidar do meio ambiente. “para sabermos se uma casa é bem cuidada se ela é limpinha e se todos os seus moradores se preocupam com ela. Assim é a nossa Casa Comum. A responsabilidade de cuidar do nosso planeta é de cada cidadão (ã)” – Disse o radialista. Pediu que os profetas sensíveis aos temas sociais não se calassem e procurassem inspirar-se no livro do profeta Amós  que fala em nome de Deus, com autoridade de Deus, para exortar o povo  a mudança de hábitos e atitudes.
          Cada um precisa realizar gestos concretos conforme nos pede a CFE 2016. E assim,  cada um seja responsável pelo jardim, chamado Planeta Terra que Deus nos confiou para cuidarmos.
 Mazé - CDMD






quinta-feira, 5 de maio de 2016

Cuidar da Casa Comum, compromisso com o futuro


Preocupados com o meio ambiente, a Casa Comum, nesta Campanha da Fraternidade 2016, as paróquias de toda a Diocese de Guarabira estão promovendo ações que visam a participação e orientação da população para a garantia de melhorias no lugar aonde vive.
Com base nas discussões em torno da CF 2016, o teólogo Leonardo Boff, em entrevista ao Jornal Mundo Jovem na edição de fevereiro deste ano, disse que o ‘Estado deve ter um cuidado prioritário com as pessoas que mais precisam’. E enfatizou: “Eu acho que o grande desafio é urbanizar [...], as comunidades, para que tenham os benefícios que uma cidade tem como os serviços básicos de água, esgoto, luz, escola, espaços de lazer [...].
O teólogo afirmou que o sentido de tratarmos o Planeta como Casa Comum, é por que se fala de casa, porque casa é uma categoria existencial, onde nós vivemos.
Então o grande desafio é como humanizar, como urbanizar, como dar um rosto humano a [...] milhões de pessoas que vivem sem infraestrutura, sem transporte, sem educação, sem segurança etc. O desafio das políticas públicas é atender essas populações.
É essa a proposta a se discutir com toda a sociedade de todas as classes, grupos, culturas, etnias. Todos devem andar de mãos dadas na luta por uma sociedade mais digna. Com mais qualidade de vida. E tudo isso depende da colaboração e da ação de todos(as) os(as) cidadãos(ãs).