sexta-feira, 21 de abril de 2017

Formação Litúrgica

Formação Litúrgica – As Partes da Missa
LITURGIA DA PALAVRA

Profissão de fé
O símbolo ou profissão de fé tem por objetivo levar todo o povo reunido a responder à palavra de Deus anunciada da sagrada Escritura e explicada pela homilia, bem como, proclamando a regra da fé através de fórmula aprovada para o uso litúrgico, recordar e professar os grandes mistérios da fé, antes de iniciar sua celebração na Eucaristia.
O símbolo deve ser cantado ou recitado pelo sacerdote com o povo aos domingos e solenidades; pode-se também dizer em celebrações especiais de caráter mais solene.
Quando cantado, é entoado pelo sacerdote ou, se for oportuno, pelo cantor ou pelo grupo de cantores; é cantado por todo o povo junto, ou pelo povo alternando com o grupo de cantores.
Se não for cantado, será recitado por todos juntos, ou por dois coros alternando entre si.
Oração universal
Na oração universal ou oração dos fiéis, o povo responde de certo modo à palavra de Deus acolhida na fé e exercendo a sua função sacerdotal, eleva preces a Deus pela salvação de todos. Convém que normalmente se faça esta oração nas Missas com o povo, de tal sorte que se reze pela Santa Igreja, pelos governantes, pelos que sofrem necessidades, por todos os seres humanos e pela salvação do mundo inteiro.
Normalmente serão estas as séries de intenções:
a) pelas necessidades da Igreja;
b) pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;
c) pelos que sofrem qualquer dificuldade;
d) pela comunidade local.
No entanto, em alguma celebração especial, tal como Confirmação, Matrimônio, Exéquias, as intenções podem referir-se mais estreitamente àquelas circunstâncias.
Cabe ao sacerdote celebrante, de sua cadeira, dirigir a oração. Ele a introduz com breve exortação, convidando os fiéis a rezarem e depois a conclui. As intenções propostas sejam sóbrias, compostas por sábia liberdade e breves palavras e expressem a oração de toda a comunidade.
As intenções são proferidas, do ambão ou de outro lugar apropriado, pelo diácono, pelo cantor, pelo leitor ou por um fiel leigo.
O povo, de pé, exprime a sua súplica, seja por uma invocação comum após as intenções proferidas, seja por uma oração em silêncio.



Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos
 Roma - 2002


terça-feira, 18 de abril de 2017

Conhecendo um pouco mais sobre o Tema da CF 2017


Cuidar da criação de modo especial dos biomas brasileiros, dons de Deus, e promover relações fraternas com a vida e a cultura dos povos à luz do Evangelho é o objetivo geral da Campanha da Fraternidade deste ano que traz o tema – Fraternidade: Biomas Brasileiros e defesa da vida e lema – Cultivar e guardar a criação (Gênesis 2,15).
Biomas são conjuntos de ecossistemas com características semelhantes dispostos em uma mesma região e que historicamente foram influenciados pelos mesmos processos de formação.
No Brasil temos 06 biomas: a Mata Atlântica, a Amazônia, o Cerrado, o Pantanal, a Caatinga e o Pampa. Nesses biomas vivem pessoas, povos, resultantes da imensa miscigenação brasileira. Os biomas brasileiros sofrem interferências negativas desde a chegada dos primeiros colonizadores ao Brasil
A Igreja Católica há algum tempo, tem sido voz profética a respeito da questão ecológica. Neste início do terceiro milênio, ter uma população de mais de 200 milhões de brasileiros, sendo mais de 160 milhões vivendo em cidades gera sérias preocupações. O impacto dessa concentração populacional sobre o meio ambiente produz problemas que põem em risco as riquezas dos biomas brasileiros.
À luz da fé, nos interrogaremos nas reflexões desta Campanha da Fraternidade de 2017 sobre o significado dos desafios apresentados pela situação atual dos biomas e dos povos que neles vivem.
“Precisamos dar as mãos para defender nossos biomas”.


Breve resumo do texto base da Campanha da Fraternidade 2017

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Semana Santa


Segundo a tradição da Igreja Católica Romana, a Semana Santa começa com o Domingo de Ramos, quando Jesus entra em Jerusalém e é recebido com folhas de palmeiras. Jesus é recebido em Jerusalém como um rei pelos mesmos que o condenaram à morte. A Semana Santa celebra a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus Cristo.
Na manhã da quinta-feira, nas catedrais das dioceses, o bispo se reúne com o clero para a Celebração do Crisma, na qual são abençoados os óleos que serão usados na administração dos sacramentos do BatismoCrisma e Unção dos Enfermos. Com essa celebração se encerra a Quaresma.
À noite, são relembrados os três gestos de Jesus durante a Última Ceia: a Instituição da Eucaristia, o exemplo do Lava-pés, e a Instituição do Sacerdócio.
A igreja fica em vigília ao Santíssimo, relembrando os sofrimentos de Jesus, que tiveram início nesta noite. A Igreja já se reveste de luto e tristeza, desnudando os altares, tudo para simbolizar que Jesus já está preso e consciente do que vai acontecer. Também cobrem-se todas as imagens existentes no templo, com panos de cor roxa.
Na sexta-feira, também conhecida como Sexta-feira da Paixão a Igreja recorda a morte de Jesus. É celebrada a Solene Ação LitúrgicaPaixão e a Adoração da Cruz. A recordação da morte de Jesus consiste em quatro momentos: A Liturgia da Palavra, Oração Universal, Adoração da Cruz e Rito da Comunhão. Presidida por presbítero ou bispo, os paramentos para a celebração são de cor vermelha.
Sábado Santo ou Sábado de Aleluia é o dia da espera. Os cristãos junto ao sepulcro de Jesus aguardam sua ressurreição. No final deste dia é celebrada a Solene Vigília Pascal que se inicia com a Bênção do Fogo Novo e também do Círio Pascal; proclama-se a Páscoa através do canto do Exultet e faz-se a leitura de 8 passagens da Bíblia percorrendo-se toda história da salvação, desde Adão até o relato dos primeiros cristãos. Entoa-se o Glória e o Aleluia, que foram omitidos durante todo o período quaresmal. Há também o batismo daqueles adultos que se prepararam durante toda a quaresma. A celebração se encerra com a Liturgia Eucarística, o ápice de todas as missas.
Domingo de Páscoa é o dia mais importante para a fé cristã, pois Jesus vence a morte para mostrar o valor da vida. Esse dia é estendido por mais cinquenta dias até o Domingo de Pentecostes.
A Igreja pede que viva-se cada momento desse período com afinco e dedicação para como cristãos celebrar a Páscoa com/de Jesus.


segunda-feira, 10 de abril de 2017

Programação de Semana Santa 2017





Dia 11 de abril (terça-feira) - 09:00h - Missa dos Santos Óleos – Guarabira. 

Dia 11 de abril (Terça-feira) às 19:00h – Grande Via Sacra:

I- PAST. DO BATISMO-(Côca Rua do Comércio) 

II- OFS- (D. Maria Lagoa-Rua Alfredo Chaves Lagoa) 

III- APOSTOLOADO (D. Maroquinha- Rua Alfredo Chaves Lagoa) 

IV- PAST. DO DÌZIMO (Jane- Rua José Batista Chaves) V- PAST. DA CRIANÇA (Penha- Rua Antonia Coelho) 

VI- ECC –(Fatinha de Aroldo-Rua Presidente Kenedy) 

VII-LITURGIA-(Lagoa-Rua João Vieira) 

VIII- MINISTROS-(D. Nénem –Rua 7 de setembro) 

IX- TERÇO DOS HOMENS-(Nego Ferreira – Rua 7 de setembro) 

X- MÃE RAINHA-(D. Elvira- Rua 7 de Setembro) 

XI- CDMD- (Salão de Zuleide - Rua 13 de maio) 

XII- COROINHAS-(D. Menininha-Rua Manoel Gonçalves) 

XIII- PAST. DA SOBRIEDADE(Guia- Rua Manoel Gonçalves) 

XIV- PAST. DA SAÚDE(Agência de ônibus- Rua São Sebastião) 

XV – CATEQUESE-Igreja Matriz 

Responsável pela localização das estações: Coroinhas 

Dia 12 de abril (quarta-feira) às 09:00h – MISSA DOS ENFERMOS na Igreja Matriz. Responsável Equipe de Liturgia 

Dia 12 de abril (Quarta-feira) às 18:30h – PROCISSÃO DO ENCONTRO. Saída da imagem de Nossa Senhora das Dores da Capela Santo Antônio, responsáveis pela procissão: Mulheres. Saída da imagem do Senhor dos Passos: Capela São Pedro, responsáveis pela procissão: Homens Logo após CELEBRAÇÃO PENITENCIAL – Igreja Matriz. Responsável: Liturgia. 


CELEBRAÇÕES DO TRÍDUO PASCAL

Dia 13 de abril (quinta-feira) 17:00h – MISSA DA CEIA DO SENHOR – Igreja Matriz. Após Santa Missa ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO até a meia noite. 


GRUPOS RESPONSÁVEIS: 

19:00h – Past. do Dízimo, Past. da Criança, Liturgia, Catequese e Terço com as crianças. 

20:00h – Past. Familiar, Mãe Rainha, Mensageiros da Paz e Past. do Batismo 

21:00h – Apostolado da oração, Ministros Extraordinários da Eucaristia e Pastoral da Saúde. 

22:00h – Terço dos Homens, Pastoral da Sobriedade, ECC e Terço com as Mulheres. 

23:00h –Catequese de Crisma, EJC e CDMD. 

00:00h- PROCISSÃO DO SILÊNCIO com o Santíssimo Sacramento para a Capela Santa Clara ( Casa da Comunidade Doce Mãe de Deus), à Rua São Bernardo ,60.

ESTAÇÕES DA VIA SACRA: (Após a Procissão do Silêncio)

I-CDMD (Capela Santa Clara - CDMD)

II- MINISTROS (CRAS)

III-LITURGIA (Serviço de Convivência - SCVF)

IV-PASTORAL DO DÍZIMO (Lagoa)

V- ECC (Anali –R. São Pedro)

VI- TERÇO DOS HOMENS (D. Maria de Bino - R. São Pedro )

VII- APOSTOLADO DA ORAÇÃO (Bento - R. São Pedro )

VIII- MÃE RAINHA (Zarinha de Carlinhos – R. São Pedro )

IX-CATEQUESE (D. Adelita- R. São Pedro)

X-FRANCISCANOS (Gilvan Rufino-R. São Pedro)

XI- PASTORAL DA SOBRIEDADE- (Ramo Soldado - Bairro Novo)

XII-PASTORAL DA CRIANÇA- (Dão Bombeiro - Bairro Novo)

XIII-PASTORAL DA SAÚDE (Larissa - Bairro Novo)

XIV- PASTORAL FAMILIAR (D. Nice - R. Miguel Pereira)

XIV - IAM E TERÇO DAS CRIANÇAS (Casa Franciscana)

14 de abril (Sexta-feira) 12:00h – OFÍCIO DA AGONIA – Igreja Matriz – Responsável: Equipe de Liturgia

15:00h – CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR – Igreja Matriz e PROCISSÃO DO SENHOR MORTO. Percurso da Procissão: Rua São Sebastião, Travessa São Sebasti ão, Rua Maria Joana, Rua Adiel Martins, Rua São Sebastião e Igreja.

15 de abril SÁBADO SANTO 19:00h – VIGÍLIA PASCAL – Igreja Matriz. Equipe de Liturgia

16 de abril DOMINGO DE PÁSCOA - 17:30h SANTA MISSA - Igreja Matriz

domingo, 26 de março de 2017

Animadores da Paróquia de São Sebastião participam de Retiro Espiritual

            

No último dia 25 de março – Solenidade da anunciação do Senhor - trinta e oito (38) animadores, da Paróquia de São Sebastião - Lagoa de Dentro - PB, vivenciaram um dia espiritual com o exercício da Leitura orante da palavra de Deus.
Os seminaristas Elói, Rafael e Mateus, - consagrados da Comunidade Doce Mãe de Deus - conduziram a colactio, partindo do trecho do Evangelho que retrata as tentações que Jesus sofreu no deserto, passando pela transfiguração do Senhor, e chegando ao cume no poço de Jacó, contemplando o grande diálogo de Jesus com a samaritana.
Ao meio dia, o Padre José André presidiu o Banquete Eucarístico e ressaltou em sua homilia a importância do Sim da Virgem Maria e do sim de cada leigo missionário(a).  
As atividades espirituais foram concluídas no final da tarde com um momento de adoração ao Amado de nossas Almas. Ele que sempre sacia a nossa sede e espera que seus seguidores tenham três características dos apóstolos Pedro João e Tiago: a ousadia de quem ama, a confiança de quem se  sente amado  a consciência  de que a resposta de quem ama tem o preço da doação da vida.

Mazé  Andrade -CDMD










segunda-feira, 20 de março de 2017

Devoção a São José


Março é o mês da devoção a São José, porque a sua festa maior é no dia 19 de março: São José, o esposo da Virgem; o homem justo que teve a honra e a glória de ser escolhido por Deus para ser o pai legal, nutrício, de Seu Filho feito homem. Coube a José dar-lhe o nome de Jesus.
Neste mês a Igreja nos convida a olhar para este modelo de pai amoroso, esposo fiel e casto, trabalhador dedicado; pronto a fazer, sem demora a vontade de Deus. A Igreja lhe presta um culto de “protodulia” (primeira veneração).
Há muitas orações dedicadas a São José, a Ladainha em sua honra, o Terço de São José, etc.. Santa Teresa de Ávila disse que sempre que lhe fazia um pedido a São José, em uma de suas festas (19 de março ou 1 de maio), nunca deixou de ser atendida. Todos os seus Carmelos renovados tiveram o nome de São José.
Fonte: Prof. Felipe Aquino



Formação Litúrgica:Salmo Responsorial


Formação Litúrgica – As Partes da Missa
LITURGIA DA PALAVRA
Salmo Responsorial
À primeira leitura segue-se o salmo responsorial, que é parte integrante da liturgia da palavra, oferecendo uma grande importância litúrgica e pastoral, por favorecer a meditação da palavra de Deus.
O Salmo responsorial deve responder a cada leitura e normalmente será tomado do lecionário.De preferência, o salmo responsorial será cantado, ao menos no que se refere ao refrão do povo. Assim, o salmista ou cantor do salmo, do ambão ou outro lugar adequado profere os versículos do salmo, enquanto toda a assembleia escuta sentada, geralmente participando pelo refrão, a não ser que o salmo seja proferido de modo contínuo, isto é, sem refrão. Mas, para que o povo possa mais facilmente recitar o refrão salmódico, foram escolhidos alguns textos de refrões e de salmos para os diversos tempos do ano e as várias categorias de Santos, que poderão ser empregados em lugar do texto correspondente à leitura, sempre que o salmo é cantado. Se o salmo não puder ser cantado, seja recitado do modo mais apto para favorecer a meditação da palavra de Deus.
Em lugar do salmo proposto no lecionário pode-se cantar também um responsório gradual do Gradual romano ou um salmo responsorial ou aleluiático do Gradual Simples, como se encontram nesses livros.
 Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos
 Roma - 2002



sábado, 18 de março de 2017

Por que o Glória e o Aleluia não são cantados na Quaresma ?


Na Igreja liturgicamente, cada Tempo tem suas especificidades. Sendo um dos “tempos fortes” do ano litúrgico, Quaresma são os quarenta dias que Jesus ficou no deserto. São dias de penitência e oração em preparação a Páscoa em que a Igreja pede aos cristãos a conversão e a crença no Evangelho. Assim, a Liturgia da Igreja nos leva a refletir sobre a nossa conduta como cristãos e nos chama a fazer um exame de consciência para que junto a ressurreição de Cristo, possamos renascer um cristão novo.
Neste Tempo de preparação, dentro de suas especificidades, entre outros gestos, omite-se o canto do “Glória” e do “Aleluia” nas celebrações.
Aleluia significa "Louvai Javé", e é aclamação marcada pela alegria e pela festa. O clima da Quaresma não combina com isso. O Aleluia será uma explosão de alegria na Vigília Pascal.
O Glória in excelsis, que os gregos denominam a grande doxologia, é um cântico de louvor entretecido de aclamações e súplicas, dirigido à Santíssima Trindade.  É omitido na Quaresma, pelos mesmos motivos.
Como todo tempo litúrgico tem cantos próprios, para a Quaresma, normalmente são cantos de inspiração bíblica convidando ao arrependimento, à conversão, à fraternidade.
Uma outra especificidade deste Tempo é cor. A cor litúrgica da Quaresma é o roxo, que convida à conversão, a penitência e à fraternidade.
Este clima a sobriedade deve transparecer também
na ornamentação (flores) e nos instrumentos musicais para acompanhar o canto.
Durante esses quarenta dias a Igreja costuma cobrir imagens. Esse antigo costume serve para alertar os fiéis que é preciso concentrar-se no personagem central da nossa fé e razão de toda caminhada quaresmal: Jesus


sábado, 11 de março de 2017

Campanha da Fraternidade 2017


Tema: Fraternidade: Biomas Brasileiros e defesa da vida
Lema: Cultivar e Guardar a Criação (Gn 2, 15)
Mais uma vez a Campanha da Fraternidade traz uma questão ambiental, baseada nas sagradas escrituras e na crise socioambiental que o mudo, e consequentemente, nosso país está vivendo. Neste ano somos convidados pela CF a uma “conversão ecológica”, pois, como cristãos não podemos nos omitir frente aos problemas que a criação de Deus está sofrendo. Assim a CF tem como objetivo geral “Cuidar da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, dons de Deus, e promover  relações fraternas com a vida e a cultura dos povos, à luz do Evangelho.” (CNBB 2017, p.16).
Nossa cidade está inserida no bioma Mata Atlântica, o qual se estende por 17 estados, que vão do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. Originalmente possuía uma densa cobertura vegetal, com uma enorme riqueza de espécies e grandes rios. Porém este bioma também foi um dos mais destruídos, sendo alvo do desmatamento em grande escala, o que acarretou a extinção de espécies, redução dos rios e poluição das águas.
  Diante da problemática que todos os biomas vêm sofrendo, em especial o bioma Mata Atlântica, do qual fazemos parte, e observando a realidade do nosso município, devemos refletir sobre qual futuro queremos dar as próximas gerações e o que podemos fazer para cultivar e guardar a criação.
Assim, não apenas na quaresma mas durante todo o ano, somos convidados por Deus e pela igreja a mudanças diárias e concretas, que passam pelo amor, cultivo, preservação, defesa entre outros, para que esta campanha gere frutos ao nosso redor e no nosso coração.

Iara Medeiros
Consagrada da Comunidade DMD
Formada em Ecologia pela UFPB


quarta-feira, 8 de março de 2017

MULHER CRISTÃ


Mulher cristã, um instrumento nas mãos de Deus!
um símbolo de amor pra os seus .
Uma professora sem restrições!
Uma coordenadora da sociedade, das nações.
Enigma inesgotável e forte.
a executora de atos nobres de toda sorte


Mulher cristã, a ternura que envolve a criança, 
Que envolve a vida do jovem com segurança, 
Que orienta os passos do jovem com seu exemplo,

Que acompanha o adulto e o leva ao templo.
É a base da célula- mater da sociedade.
É a heroína que sabe adornar a felicidade.


Mulher cristã é aquela que ensina o filho a orar.
É aquela que ameniza no mundo a chorar.
É aquela que não tem limitação!
É aquela que a todos dá atenção!
É aquela que contribui para o perdão.
É aquela que para tudo é a própria lição. 


Mulher cristã é um título de extrema honra sincera 
É o símbolo de toda cultura na terra.
É o conceito mais alto da feminilidade. 
É a mola mestra do mundo!
É o símbolo de felicidade. 
mulher cristã não tem distinção de raça,
classe social ou cor.


ELA crê em DEUS 
n'Ele vê o verdadeiro amor.

                                                                        
                                                                                             


Fonte: http://uma-palavradefe.blogspot.com.br/2015/03/o-que-e-ser-mulher-crista.html

domingo, 19 de fevereiro de 2017

O PERFUME DO AMOR É O SERVIÇO


Do Amor o nosso coração é abrigo
E este amor nos põe em movimento
Ele nos conhece antes de sermos gerados
E nos consagrou antes do nascimento

O Amor não nos deixa estático
Por isso, nos leva a servir
E de forma tão simples e bela
De nós mesmos nos faz sair

Sair sempre com a alegria
De quem por este Amor é amado
Esvazia-se e logo se inclina
Ao irmão que está necessitado

Assim com  o perfume das flores
Estão a perfumar os jardins
Aquele que é transporte do Amor
Tem o suave aroma dos jasmins.

 Mazé - CDMD

Paróquia de São Sebastião realiza Assembleia Paroquial


A Paróquia de São Sebastião realizou no último sábado (18) sua Assembleia Paroquial, com representantes de todos os grupos, movimentos, pastorais e setores. O evento aconteceu no Salão João Paulo II durante todo o dia. Na ocasião tivemos a apresentação sobre juventude sentinelas com o jovem Natanael da cidade de Pirpirituba. Em seguida tivemos a exposição de Iara, graduada em Ecologia, que nos apresentou de forma clara e prazerosa o  tema da Campanha da Fraternidade 2017: Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema: “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2,15).

O encontro seguiu com a Avaliação do Ano 2016, na condução de Mazé Andrade, e a temática: Igreja, casa da Palavra e da catequese continuada. Após a exposição dos grupos sobre a avaliação, foi realizado a calendarização para o ano de 2017, seguindo o Plano Pastoral da Diocese de Guarabira.








domingo, 12 de fevereiro de 2017

Formação Litúrgica: As Partes da Missa


LITURGIA DA PALAVRA
A parte principal da liturgia da palavra é constituída pelas leituras da Sagrada  Escritura e pelos cantos que ocorrem entre elas, sendo desenvolvida e concluída pela homilia, a profissão de fé e a oração universal ou dos fiéis. Pois nas leituras explanadas pela homilia Deus fala ao seu povo, revela o mistério da redenção e da salvação, e oferece alimento espiritual; e o próprio Cristo, por sua Palavra, se acha presente no meio dos fiéis. Pelo silêncio e pelos cantos o povo se apropria dessa palavra de Deus e a ela adere pela profissão de fé; alimentado por essa palavra, reza na Oração Universal pelas necessidades de toda a Igreja e pela salvação do mundo inteiro.
O silêncio
A liturgia da palavra deve ser celebrada de tal modo que favoreça a meditação; por isso deve ser de todo evitada qualquer pressa que impeça o recolhimento. Integram-na também breves momentos de silêncio, de acordo com a assembleia reunida, pelos quais, sob a ação do Espírito Santo, se acolhe no coração a Palavra de Deus e se prepara a resposta pela oração. Convém que tais momentos de silêncio sejam observados, por exemplo, antes de se iniciar a própria liturgia da palavra, após a primeira e a segunda leitura, como também após o término da homilia.
Leituras bíblicas
Mediante as leituras é preparada para os fiéis a mesa da Palavra de Deus e abrem-se para eles os tesouros da Bíblia. Por isso, é melhor conservar a disposição das leituras bíblicas pela qual se manifesta a unidade dos dois Testamentos e da História da Salvação; nem é permitido trocar as leituras e o salmo responsorial, constituídos da palavra de Deus, por outros textos não bíblicos.
Na celebração da Missa com povo, as leituras são sempre proferidas do ambão.
Por tradição, o ofício de proferir as leituras não é função presidencial, mas ministerial. As leituras, sejam pois proclamadas pelo leitor, o Evangelho seja anunciado pelo diácono ou, na sua ausência, por outro sacerdote. Na falta, porém, do diácono ou de outro sacerdote, o próprio sacerdote celebrante leia o Evangelho; igualmente, na falta de outro leitor idôneo, o sacerdote celebrante proferirá também as demais leituras.
Depois de cada leitura, quem a leu profere a aclamação; por sua resposta, o povo reunido presta honra à palavra de Deus, acolhida com fé e de ânimo agradecido.
A leitura do Evangelho constitui o ponto alto da liturgia da palavra. A própria Liturgia ensina que se lhe deve manifestar a maior veneração, uma vez que a cerca mais do que as outras, de honra especial, tanto por parte do ministro delegado para anunciá-la, que se prepara pela bênção ou oração; como por parte dos fiéis que pelas aclamações reconhecem e professam que o Cristo está presente e lhes fala, e que ouvem de pé a leitura; ou ainda pelos sinais de veneração prestados ao Evangeliário.
Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos
 Roma - 2002



sábado, 11 de fevereiro de 2017

Aos olhos da Fé


Muitas coisas acontecem de forma inexplicável e nem nos damos conta do por que tal coisa acontece. “Algo que só faz sentido se você puder ver uma imagem maior da realidade. Talvez seja aí que a fé se encaixe.”  Esse trecho de um relato do livro A Cabana de William P. Young, pode nos levar a refletir o tamanho do valor que damos a Fé.
Inquietante pensar como diante de dificuldades ou de momentos que parecem intermináveis possam se ter lapsos racionais que dirigem a mente e o coração a acreditar numa força suprema capaz de modificar ou mudar o pensamento, deixando-se guiar por uma força inexplicável que indica o caminho a seguir e o porto seguro a atracar.
Isso tudo é capaz de ser observado ou absorvido quando há um relacionamento, um processo de crescimento pessoal e espiritual que leva a compreensão dessa força como sendo um ser que permite uma liberdade que não oprime, não encarcera. Mas que “compreende [...] a liberdade (como) um processo de crescimento.” Isso só é capaz de ser enxergado quando se absorve que a “liberdade é um processo que acontece dentro de um relacionamento com Deus.”
Deus é a força, o ser supremo que alimenta a fé, que dá sustentação quando nos sentimos frágeis e incapazes de perceber Sua presença diante das pedras colocadas em nosso caminho e que tornam tudo escuro, sem luz. É esta força que expressa o amor que existe dentro de Deus e que Ele sente por cada um de nós. “Todo amor e relacionamento só são possíveis [...] porque já existem dentro de Mim, dentro do próprio Deus. O amor não é limitação. O amor é voo. Eu sou o amor.” Assim é Deus falando para nós em sua infinita bondade que só é capaz de ser vista, sentida, absorvida, quando somos capazes de ver pelos olhos da Fé. 
É preciso se deixar guiar pelo Amor de Deus alimentados pela Fé.
Aldaberon Vieira

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Quem me tocou?


No último dia 20 de janeiro encerrou-se as festividades alusivas ao padroeiro São Sebastião na Paróquia de Lagoa de Dentro. Foram dias intensos de oração, Adoração e revelação de Fé.
O novenário deste ano encerrou como show do Padre João Carlos, e em uma de suas canções intitulada “Quem me tocou?” faço aqui, um parênteses para parafraseando o padre expressar as impressões e expressões do povo fiel ao mártir São Sebastião. Foram dias intensos desde a alvorada do dia 11 de janeiro que acordara a cidade ao som dos fogos de artifícios anunciando que mais uma jornada de fé iniciava-se. Daí em diante, às manhãs tinham gosto de oração nas Santas Missas, às tardes os joelhos se dobravam em reverência à Glória, o respeito e a gratidão ao Deus uno que se revelava no Santíssimo Sacramento do Altar. Às Noites tinham uma vestimenta toda especial, a matriz abria suas portas para receber os fieis paroquianos e visitantes que vinha render graças a Deus por seu intercessor São Sebastião. Cada gesto, cada palavra, cada canto, cada doação era oferta era sinal de agradecimento a Deus por mais um ano de vida, mais um ano de fé, mais um ano que tinha gosto de nostalgia, de alegria, de reviver cenas da infância que se concretizam nos ensinamentos passados a cada novena quando a cidade se veste de vermelho para homenagear seu padroeiro. E renova sua fé ao pedir sua intercessão ao Pai para que nos anos vindouros possam está regozijantes, alimentando-se da fé herdada pelo mártir que nos livra da peste, da fome e da guerra.
         Assim, foi São Sebastião, que com suas ‘Palavras de Vida Eterna’ tocou a cada um dos fieis paroquianos de Lagoa de Dentro rendendo graças a Deus por mais uma festa em sua honra e solícito pede mais um ano para louvar ao Senhor por suas Graças.
São Sebastião, interceda a Deus por nós!
Aldaberon Vieira
Pascom