sábado, 19 de agosto de 2017

Formação Litúrgica

 As Partes da Missa


Liturgia Eucarística
Comunhão
O sacerdote prepara-se por uma oração em silêncio para receber frutuosamente o Corpo e Sangue de Cristo. Os fiéis fazem o mesmo, rezando em silêncio.
A seguir, o sacerdote mostra aos fiéis o pão eucarístico sobre a patena ou sobre o cálice e convida-os ao banquete de Cristo; e, unindo-se aos fiéis, faz um ato de humildade, usando as palavras prescritas do Evangelho.
É muito recomendável que os fiéis, como também o próprio sacerdote deve fazer, recebam o Corpo do Senhor em hóstias consagradas na mesma Missa e participem do cálice nos casos previstos (cf. n. 283), para que, também através dos sinais, a Comunhão se manifeste mais claramente como participação no sacrifício celebrado atualmente.
Enquanto o sacerdote recebe o Sacramento, entoa-se o canto da comunhão que exprime, pela unidade das vozes, a união espiritual dos comungantes, demonstra a alegria dos corações e realça mais a índole "comunitária" da procissão para receber a Eucaristia. O canto prolonga-se enquanto se ministra a Comunhão aos fiéis. Havendo, porém, um hino após a Comunhão, encerre-se em tempo o canto da Comunhão.
Haja o cuidado para que também os cantores possam comungar com facilidade.
Para o canto da comunhão pode-se tomar a antífona do Gradual romano, com ou sem o salmo, a antífona com o salmo do Gradual Simples ou outro canto adequado, aprovado pela Conferência dos Bispos. O canto é executado só pelo grupo dos cantores ou pelo grupo dos cantores ou cantor com o povo.
Não havendo canto, a antífona proposta no Missal pode ser recitada pelos fiéis, por alguns dentre eles ou pelo leitor, ou então pelo próprio sacerdote, depois de ter comungado, antes de distribuir a Comunhão aos fiéis.
Terminada a distribuição da Comunhão, ser for oportuno, o sacerdote e os fiéis oram por algum tempo em silêncio. Se desejar, toda a assembleia pode entoar ainda um salmo ou outro canto de louvor ou hino.
Para completar a oração do povo de Deus e encerrar todo o rito da Comunhão, o sacerdote profere a oração depois da Comunhão, em que implora os frutos do mistério celebrado.
Na Missa se diz uma só oração depois da Comunhão, que termina com a conclusão mais breve, ou seja:
- Se for dirigida ao Pai: Por Cristo, nosso Senhor;
- Se for dirigida ao Pai, mas no fim se fizer menção do Filho: Que vive e reina para sempre;
- Se for dirigida ao Filho: Que viveis e reinais para sempre.
O povo pela aclamação Amém faz sua a oração.

Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos
 Roma – 2002



terça-feira, 15 de agosto de 2017

Catequese de inspiração catecumenal



Ainda sob o pastoreio de Dom Lucena, a nossa Diocese de Guarabira adotou o para a catequese de crianças e jovens, uma nova metodologia, inspirada no estilo catecumenal.
·      Este método é composto de quatro etapas:
·      1ª Pre catecumenato – Tempo do primeiro anúncio da pessoa de Jesus, em vista da conversão pessoal cristã, onde se envolve os pais para assumir a catequese de seu filho (a).
·      2ª Catecumenato – Este tempo marcado pela celebração de entrada na catequese, o grupo de catequese é apresentado à comunidade, junto com seus pais e padrinhos que também se responsabilizam com o processo de catequese da criança e do jovem.  É a etapa mais longa do processo.  O catecúmeno vai criando intimidade com a Palavra de Deus, e recebe formação catequética, sendo introduzido nos ritos litúrgicos da Igreja.
·      3ª Purificação/Iluminação acontece preferencialmente no segundo período da quaresma, cujo objetivo é proporcionar a preparação próxima para os Sacramentos, por meio do aprofundamento das práticas quaresmais junto à comunidade.
·      4º tempo: mistagogia – acontece durante o tempo pascal, a fim de aprofundar os mistérios pascais, revestir-se do Cristo e partir para uma vida nova.

            A coordenação da catequese de nossa Paróquia acolheu o referido método, e, a partir de agora, todos os grupos de crianças e jovens catequisandos devem trilhar por este caminho de inspiração catecumenal.

Mazé Andrade- CDMD –
Responsável pela pasta de formação da Catequese Paroquial

sábado, 5 de agosto de 2017

LIVRE PARA AMAR


Toda pessoa humana traz dentro de si uma potência interior para o amor. Não obstante, por muitas vezes, o homem encontra-se como que aprisionado em si mesmo, incapaz de amar segundo o plano de Deus. Por isso, faz-se indispensável direcionar nosso olhar para o Filho de Deus, que passou por essa terra vivendo plenamente a liberdade humana, tendo como única finalidade, o amor do Pai.
Jesus, de fato, é o modelo de homem livre, pois tinha plena consciência de onde vinha, quem era e para onde ia – princípios de liberdade interior. É Nele, que cada cristão encontra sua liberdade, direcionando seus gestos e atos para o amor, restaurando a capacidade de nos relacionarmos livremente uns com os outros, tendo como fundamento o amor salvífico de Cristo.
O Apóstolo dos gentios inicia o quinto capitulo da sua carta aos Gálatas afirmando que ‘foi para a liberdade que Cristo nos libertou’ (Gl, 5, 1), tal afirmação revela que cada pessoa não apenas foi criada por Deus com o dom da liberdade infundida em si, mas uma vez que nos tornamos escravos do pecado, o próprio Jesus por sua cruz e ressurreição restabelece em nossa condição humana uma liberdade que ultrapassa prisões externas, libertado e purificando o coração humano para uma decisão firme de amar a Deus e ao próximo.
Assim, a exemplo do homem Nazaré, nosso Senhor e Salvador, possamos pedir ao Espírito Santo que nos conceda um autoconhecimento à luz da Palavra de Deus atingindo uma liberdade interior capaz de romper com os grilhões da escravidão do pecado, atingindo a maturidade de Cristo que escolhe livremente amar tudo e a todos segundo o coração do Pai.

Eloi Júnior
Comunidade Doce Mãe de Deus
"Somos Um"


                                                                                                     

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Vocações de agosto? ...


Não fostes vós que me escolhestes; fui eu que vos escolhi. (Jo 15,16)

O oitavo mês do ano no calendário civil é também dedicado pela Igreja para celebrar as vocações sacerdotal, diaconal, familiar, religiosa, leiga e catequista. É um mês voltado para a reflexão e a oração pelas vocações e os ministérios, como disse São João Paulo II, que todos os batizados “sejam fiéis como apóstolos leigos, como sacerdotes, como religiosos e religiosas, para o bem do povo de Deus e de toda a humanidade”.

Cada fiel é convidado(a) a viver sua vocação de cristão(ã) batizado(a) em comunhão com a Igreja de Cristo para anunciar o Evangelho do Senhor!

O Mês Vocacional foi instituído na 19ª Assembleia Geral da CNBB, em 1981. A cada domingo de agosto celebra-se, em comunhão com a Igreja: Primeiro domingo: Vocações Sacerdotais, segundo domingo: Vocação Familiar, terceiro domingo: Vocações Religiosas, quarto domingo: Vocações Leigas e quinto domingo: Vocação do(a) Catequista.

A Paróquia de São Sebastião preparou uma programação toda especial para celebrarmos nossa vocação de cristãos(ãs). Participem conosco!

            Por que ... Não! As vocações não são só de agosto, mas de todos os meses, de uma vida toda!

 

Equipe Anunciai
PASCOM-LD

 



terça-feira, 1 de agosto de 2017

Semana dos avós

Falar nos avós é revigorar a Fé, buscando firmeza no exemplo de Joaquim e Ana, os quais foram abençoados por Deus ao se tornarem pais da Virgem Maria, avós de Jesus.
A partir do século VI a Igreja começou a celebrar esta data, evidenciando a importância dos avós na família. E assim, aconteceu na Paróquia de São Sebastião A Semana dos Avós, do dia 23 a 30 de julho de 2017, com missa de envio dos missionários. Durante a semana houve visitas, onde contamos com a participação da IAM, Pastoral Familiar, ECC, Pastoral da Criança, representantes dos setores, OFS, Terço com as mulheres e Jufra. Durante as visitas, percebemos a alegria, mas também os desafios de ser avós nos dias atuais.
Trabalhamos o tema: Avós Cristãos, reflexo da luz de Cristo! (Eclo 14,20)
Encerramos com: oração e palestra sobre o tema acima citado, cuja palestrante foi a Coordenadora da Pastoral da Criança Edileuza Silva de Lima. Em seguida, houve sorteios de brindes doados por pessoas da comunidade.
Agradecemos a todos que se empenham no anúncio do Reino de Deus. “Sabemos que tudo contribui para o bem daqueles que amam a Deus” (Romanos 8,28)